vivre-sa-vie.jpg
Anna Karina em Viver a Vida

Considerações Iniciais:
Na presente lista, não há qualquer ordem de filmes por década mediante meu gosto. Assim sendo, me abstive de classificá-los. São dez filmes por décadas, desde a década de 20, até a década de 90. Também me ausentei das décadas de 10 e da atual, a primeira por não ter visto uma quantidade suficiente de filmes para uma lista dessa natureza e a última por ainda não ter acabado, afinal ainda estamos em 2006.

Isto posto, mãos à obra.
Década de 20:
- O Encouraçado Potemkin, de Sergei M. Eisenstein.
- A Greve, de Sergei M. Eisenstein.
- Um Homem com uma Câmera, de Dziga Vertov.
- A Paixão de Joana D’arc, de Carl Theodor Dreyer.
- Nosferatu, de Friedrich William Murnau.
- Outubro, de Sergei M. Eisenstein.
- A Última Gargalhada, de Friedrich William Murnau.
- Entr’acte, de René Clair.
- Um Cão Andaluz, de Luis Buçnuel.
- Paris Que Dorme, de René Clair.

Década de 30:
- M, O Vampiro de Dusseldorf, de Fritz Lang.
- A Grande Ilusão, de Jean Renoir.
- A Regra do Jogo, de Jean Renoir.
- Terra, de Aleksandr Dovzhenko.
- O Vampiro, de Carl Theodor Dreyer.
- Luzes da Cidade, de Charles Chaplin.
- O Grande Ditador, de Charles Chaplin.
- O Homem que Sabia Demais, de Alfred Hitchcock.
- A Idade de Ouro, de Luis Buñuel.
- Requiem à Lenin, de Dziga Vertov.

Década de 40:
- Cidadão Kane, de Orson Welles.
- Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini.
- A Terra Treme, de Luchino Visconti.
- Festim Diabólico, de Alfred Hitchcock.
- A Dama de Shangai, de Orson Welles.
- Paisá, de Roberto Rossellini.
- Stromboli, de Roberto Rossellini.
- Ladrões de Bicicleta, de Vittorio De Sica.
- O Falcão Maltês, de John Huston.
- Casablanca, de Michael Curtiz.

Década de 50:
- A Marca da Maldade, de Orson Welles.
- O Sétimo Selo, de Ernst Ingmar Bergman.
- Morangos Silvestres, de Ernst Ingmar Bergman.
- Acossado, de Jean-Luc Godard.
- Um Corpo que Cai, de Alfred Hitchcock.
- Glória Feita de Sangue, de Stanley Kubrick.
- Rocco e Seus Irmãos, de Luchino Visconti.
- Hiroshima Meu Amor, de Alain Resnais.
- Umberto D, de Vittorio De Sica.
- A Aventura, de Michelangelo Antonioni.

Década de 60:
- Viver a Vida, de Jean-Luc Godard.
- A Noite, de Michelangelo Antonioni.
- A Hora do Lobo, de Ingmar Bergman.
- Persona, de Ingmar Bergman.
- O Ano Passado em Marienbad, de Alain Renais.
- 2001: Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick.
- Eu sou Cuba, de Mikhail Kalatozov.
- Terra em Transe, Glauber Rocha.
- O Anjo Exterminador, de Luis Buñuel.

Década de 70:
- Solaris, de Andrei Tarkovski.
- Stalker, de Andrei Tarkovski.
- O Espelho, de Andrei Tarkovski.
- Gritos e Sussurros, de Ernst Ingmar Bergman.
- A Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick.
- Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola.
- Morte em Veneza, de Luchino Visconti.
- Taxi Driver, de Martin Scorsese.
- Chinatown, de Roman Polanski.
- O Iluminado, de Stanley Kubrick.

Década de 80:
- Depois de Horas, de Martin Scorsese.
- A Idade da Terra, de Glauber Rocha.
- Touro Indomável, de Martin Scorsese.
- Amadeus, de Milos Forman.
- Pelle, o Conquistador, de Bille August.
- Meu Pé Esquerdo, de Jim Sheridan.
- Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese.
- Blade Runner, de Ridley Scott.
- Matador, de Pedro Almodovar
- Nascido para Matar, de Stanley Kubrick.

Década de 90:
- A Liberdade é Azul, de Krzysztof Kielowski.
- A Lista de Schindler, de Steven Spilberg.
- Ondas do Destino, de Lars Von Trier.
- Europa, de Lars Von Trier.
- Cassino, de Martin Scorsese.
- Tudo Sobre Minha Mãe, de Pedro Almodovar.
- Requiem para um Sonho, Darren Aronofsky.
- Festa de Família, de Thomas Vinterberg.
- Moloch, de Aleksandr Sokurov.
- Underground, de Emir Kusturica.

Russell numa Palestra

Dezembro 16, 2006

Durante uma palestra pública, Bertrand Russell afirmou não ser possível romper as regras da matemática sem conseqüências destratosas. Uma vez que uma afirmação matemática falsa era introduzida, podia-se provar qualquer coisa. Nesse ponto uma voz lá de trás da multidão o interrompeu: “Se dois vezes dois forem cinco, o senhor deve ser capaz de mostrar que eu sou o papa. Prove!”. Sem titubear, Russell respondeu: “Se dois vezes dois são cinco, então quatro é igual a cinco. Subtraindo três de cada um dos lados, temos que um é igual a dois. Como o senhor e o papa são dois, temos que o senhor e o papa são um.

Absolutamente genial! ;)

Fonte: Bertrand Russell em 90 mins de Paul Strathern.