Pelo Engajamento Político
Maio 29, 2009

Em tempos de total descrédito da atividade e ação política em nosso país, onde a apatia impera na população brasileira sem qualquer sinal de mudança em um futuro remoto, com a maioria da população não demonstrando quaisquer interesse pela política, creio ser fundamental reforçarmos a importância que a política possui nas nossas vidas e na obrigação de nós, homens, como “animais políticos” (nas palavras de Aristóteles), nos envolvermos e refletirmos sobre ela. Assim, posto uma frase de Péricles que segue neste sentido:
Não dizemos que um homem que não revela interesse pela política é um homem que não interfere na vida dos outros; dizemos que não interfere na vida.
(Oração fúnebre de Péricles, in Tucídides, História da Guerra do Peloponeso)
Israel reconhece uso de bomba de fósforo em Gaza
Janeiro 21, 2009
Apesar de inicialmente ter sordidamente negado o uso de bombas de fósforo contra a população civil na Faixa de Gaza, fato que já havia sido relatado por vários médicos em Gaza, o exército israelense acaba de reconhecer o uso de tal arma química, proibida expressamente pela Convenção de Genebra, tal como já haviamos relatado por aqui.
FONTE: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/01/19/israel-reconhece-uso-de-bombas-de-fosforo-na-faixa-de-gaza-diz-jornal-754049675.asp
Agora só nos resta reconhecer que é IMPOSSÍVEL que a utilização de bombas de fósforo tenha sido utilizada com o único intuito de “atacar o Hamas” tal como apregoava aos quatros ventos o governo sionista. Dessa maneira, Israel finalmente reconhece seu real objetivo em Gaza: massacrar a população civil.
Judeus anti-sionistas condenam massacre em Gaza
Janeiro 16, 2009

Para podermos desfazer a propaganda de sionistas que acusam pessoas anti-sionistas de serem igualmente anti-semitas, numa sórdida tentativa de identificar anti-sionismo com anti-semitismo, assim como para provar que muitos judeus condenam o massacre em Gaza e dessa forma impedir qualquer manifestação anti-semita de possíveis anti-sionistas, posto este manifesto publicado no jornal britânico The Guardian em 10/01/2009:
We the undersigned are all of Jewish origin. When we see the dead and bloodied bodies of young children, the cutting off of water, electricity and food, we are reminded of the siege of the Warsaw Ghetto. When Dov Weisglass, an adviser to the Israeli prime minister, Ehud Olmert, talked of putting Gazans “on a diet” and the deputy defence minister, Matan Vilnai, talked about the Palestinians experiencing “a bigger shoah” (holocaust), this reminds us of Governor General Hans Frank in Nazi-occupied Poland, who spoke of “death by hunger”.
The real reason for the attack on Gaza is that Israel is only willing to deal with Palestinian quislings. The main crime of Hamas is not terrorism but its refusal to accept becoming a pawn in the hands of the Israeli occupation regime in Palestine.
The decision last month by the EU council to upgrade relations with Israel, without any specific conditions on human rights, has encouraged further Israeli aggression. The time for appeasing Israel is long past. As a first step, Britain must withdraw the British ambassador to Israel and, as with apartheid South Africa, embark on a programme of boycott, divestment and sanctions.
Tradução:
Nós, os abaixo-assinados, somos todos de origem judaica. Quando vemos os corpos mortos e ensaguentados de pequenas crianças, o corte de água, eletricidade e comida, nos lembramos do cerco ao Gueto de Varsóvia. Quando Dov Wisglass, um assessor do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, falou em colocar os moradores de Gaza “numa dieta” e o vice-ministro de Defesa, Matan Vilnai, falou sobre os palestinos experimentarem um “shoah maior” (holocausto), nos lembramos do governador-geral Hans Frank, da Polônia ocupada pelos nazistas, quando ele falou de “morte pela fome”.
A verdadeira razão para o ataque em Gaza é que Israel só quer lidar com palestinos fracos. O maior crime do Hamas não é o terrorismo, mas sua negativa de se tornar um peão na mão do regime de ocupação de Israel na Palestina. A decisão no mês passado da União Européia de dar um upgrade nas relações com Israel sem qualquer exigência quanto aos direitos humanos encorajou a agressão israelense. O tempo de não confrontar Israel acabou. Como primeiro passo, a Grã Bretanha deveria retirar seu embaixador de Israel e, como fez no caso do apartheid na África do Sul, iniciar um programa de boicote, desinvestimento e sanções.
Ben Birnberg, Prof Haim Bresheeth, Deborah Fink, Bella Freud, Tony Greenstein, Abe Hayeem, Prof Adah Kay, Yehudit Keshet, Dr Les Levidow, Prof Yosefa Loshitzky, Prof Moshe Machover, Miriam Margolyes, Prof Jonathan Rosenhead, Seymour Alexander, Ben Birnberg, Martin Birnstingl, Prof. Haim Bresheeth, Ruth Clark, Judith Cravitz, Mike Cushman, Angela Dale, Merav Devere, Greg Dropkin, Angela Eden, Sarah Ferner, Alf Filer, Mark Findlay, Sylvia Finzi, Bella Freud, Tessa van Gelderen, Claire Glasman, Ruth Hall, Adrian Hart, Alain Hertzmann, Abe Hayeem, Rosamene Hayeem, Anna Hellmann, Selma James, Riva Joffe, Yael Kahn, Michael Kalmanovitz, Ros Kane, Prof. Adah Kay, Yehudit Keshet, Mark Krantz, Bernice Laschinger, Pam Laurance, Dr Les Levidow, Prof. Yosefa Loshitzky, Prof. Moshe Machover, Beryl Maizels, Miriam Margolyes, Helen Marks, Martine Miel, Diana Neslen, O Neumann, Susan Pashkoff, Hon. Juliet Peston, Renate Prince, Roland Rance, Sheila Robin, Ossi Ron, Manfred Ropschitz, John Rose, Prof. Jonathan Rosenhead, Leon Rosselson, Michael Sackin, Ian Saville, Amanda Sebestyen, Sam Semoff, Prof. Ludi Simpson, Viv Stein, Inbar Tamari, Ruth Tenne, Norman Traub, Eve Turner, Tirza Waisel, Karl Walinets, Renee Walinets, Stanley Walinets, Philip Ward, Naomi Wimborne-Idrissi, Ruth Williams, Jay Woolrich, Ben Young, Myk Zeitlin, Androulla Zucker, John Zucker
FONTE: http://www.guardian.co.uk/world/2009/jan/10/letters-gaza-uk/print
Exército israelense desrespeita a Convenção de Genebra
Janeiro 13, 2009
O atual massacre israelense imposto à população palestina em Gaza vem se notabilizando por constantes desrepeitos por parte do exército israelense a Convenção de Genebra, tal como assinalo neste post:
§1- Os países em guerra não podem utilizar armas químicas uns contra os outros.
O exército sionista vem se utilizando repetidamente de bombas de fósforo ao atacar a população civil palestinas.
FONTES:
- http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_4/2009/01/08/noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=64222/noticia_interna.shtml
- http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u489363.shtml
§2- O uso de balas explosivas ou de material que cause sofrimento desnecessário nas vítimas é proibido.
FONTE: http://tribunadonorte.com.br/noticias/98000.html
§10- É permitida a passagem livre de medicamentos.
É fato notório que o exército israelense cercou Gaza por terra, mar e ar impedindo a entrada e saída de pessoas e objetos, incluindo medicamentos. Fato reconhecido pelo próprio governo sionista.
§13- Ataques a cidades desprotegidas são proibidos.
Bem, este parágrafo não precisamos nem mesmo citar alguma fonte, não é mesmo?
Isto tudo sem citar o sistemático ataque israelense a escolas palestinas em Gaza, até mesmo escolas da ONU.
Por fim:
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3433243-EI8140,00-Relator+da+ONU+acusa+Israel+de+violar+Convencao+de+Genebra.html
Um retratato do pensamento sionista
Janeiro 12, 2009

“Até que toda Gaza esteja destruída o trabalho não está feito” (tradução livre)
Cartaz presente em uma manifestação pró-Israel em São Francisco, California, EUA.
Precisa dizer algo mais? Trata-se precisamente do pensamento reinante no governo sionista: a destruição completa e total de Gaza com a maior baixa possível de civis palestinos.
Israel usa urânio depledado em seus ataques em Gaza
Janeiro 8, 2009
Israel Using Depleted Uranium Against Gaza Victims
More evidence of war crimes being committed
Por Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Segunda-feira, 05/01/2009
Medics have found traces of depleted uranium in victims of Israel’s brutal attack on Gaza, according to a Press TV report, meaning the ultimate death toll could be far higher as future generations are plagued by cancers and birth defects.
“Norwegian medics told Press TV correspondent Akram al-Sattari that some of the victims who have been wounded since Israel began its attacks on the Gaza Strip on December 27 have traces of depleted uranium in their bodies,” states the article.
Following the conclusion of the first Gulf War in 1991, in which depleted uranium was used by U.S. forces, cancers and birth defects in Iraq soared and many veterans organizations agree that the weapon was responsible for the emergence of Gulf War Syndrome that has plagued hundreds of thousands of Gulf War veterans.
Depleted uranium shell holes at the infamous Highway of Death in Iraq showed measurements 1,000 times more radioactive than background radiation. The residue of a DU weapon can be spread by the wind and infect humans not in the immediate area as well as the entire food chain.
In 1999, the UN called for the use of depleted uranium to be banned worldwide but efforts to downplay its effects led by the Pentagon have blocked such a ban.
Former head of the Pentagon’s 1994 U.S. Army Depleted Uranium Project Maj. Doug Rokke has faced constant harassment, including murder attempts, after going public in 1997 to expose the health effects from depleted uranium that the U.S. government and the World Health Organization have consistently dismissed.
Israel’s use of depleted uranium against victims of the Gaza bombing campaign provides further evidence that war crimes are being committed with the tacit approval of both the current administration as well as president elect Barack Obama.
Tradução:
Médicos encontraram traços de urânio depledado nas vítimas do ataque brutal de Israel em Gaza, de acordo com uma reportagem da Press TV [N. T.: http://www.presstv.ir/Detail.aspx?id=80687§ionid=351021708 ], significando que a maior estimativa de morte pode ser maior pelo fato de gerações futuras serem contaminadas por cânceres ou defeitos de nascimento.
“Médicos noruegueses disseram ao correspondente da Press TV Akram al-Sattari que algumas das vítimas que haviam sido feridas desde que Israel deu início a seus ataques na Faixa de Gaza em 27 de dezembro têm traços de urânio depledado em seus corpos” diz o artigo [N. T.: http://www.presstv.ir/detail.aspx?id=80443§ionid=351020202 ].
Seguida à conclusão da guerra do golfo em 1991, na qual urânio depledado foi usado por forças americanas, cânceres e defeitos de nascimento aumentaram no Iraque e muitas organizações de veteranos que a arma foi responsável pela emergência da síndrome da guerra do golfo que contaminou centenas de milhares de vidas de veteranos da citada guerra.
Crateras de urânio depledado na infame estrada da morte no Iraque mostraram amostras 1000 vezes mais radioativas que a radiação de fundo. O resíduo de uma arma de UD pode ser espalhado pelo vento e afetar humanos ainda que não numa área próxima, assim como toda a cadeia alimentar.
As imagens abaixo mostram alguns dos chocantes efeitos do urânio depledado e como seu uso leva a horríveis defeitos de nascimento.
Em 1999, a ONU pediu para que o uso de urânio depledado fosse banido no mundo inteiro, mas esforços para menosprezar seus efeitos levados a cabo pelo pentágono bloquearam a possibilidade desse banimento.
Encabeçando o projeto de urânio depledado do exército americano de 1994, o Major Doug Rokke enfrentou agressões constantes, incluindo tentativas de assassinato, após ir a público em 97 para expor os efeitos que a substância causa na saúde que o exército americano e a organização mundial de saúde constantemente dispensaram.
O uso por parte de Israel de urânio depledado contra as vítimas da campanha de bombardeio em Gaza dá mais evidência de que crimes de guerra estão sendo cometidos com a aprovação tácita da administração atual [Bush] bem como do presidente eleito Barack Obama.
Tradução: Svartzorn Soares Maia Kouri
FONTE: http://www.prisonplanet.com/israel-using-depleted-uranium-against-gaza-victims.html

Leaders lie, civilians die, and lessons of history are ignored
Por Robert Fisk
Segunda-Feira, 29/12/2008
We’ve got so used to the carnage of the Middle East that we don’t care any more – providing we don’t offend the Israelis. It’s not clear how many of the Gaza dead are civilians, but the response of the Bush administration, not to mention the pusillanimous reaction of Gordon Brown, reaffirm for Arabs what they have known for decades: however they struggle against their antagonists, the West will take Israel’s side. As usual, the bloodbath was the fault of the Arabs – who, as we all know, only understand force.
Ever since 1948, we’ve been hearing this balderdash from the Israelis – just as Arab nationalists and then Arab Islamists have been peddling their own lies: that the Zionist “death wagon” will be overthrown, that all Jerusalem will be “liberated”. And always Mr Bush Snr or Mr Clinton or Mr Bush Jnr or Mr Blair or Mr Brown have called upon both sides to exercise “restraint” – as if the Palestinians and the Israelis both have F-18s and Merkava tanks and field artillery. Hamas’s home-made rockets have killed just 20 Israelis in eight years, but a day-long blitz by Israeli aircraft that kills almost 300 Palestinians is just par for the course.
The blood-splattering has its own routine. Yes, Hamas provoked Israel’s anger, just as Israel provoked Hamas’s anger, which was provoked by Israel, which was provoked by Hamas, which … See what I mean? Hamas fires rockets at Israel, Israel bombs Hamas, Hamas fires more rockets and Israel bombs again and … Got it? And we demand security for Israel – rightly – but overlook this massive and utterly disproportionate slaughter by Israel. It was Madeleine Albright who once said that Israel was “under siege” – as if Palestinian tanks were in the streets of Tel Aviv.
By last night, the exchange rate stood at 296 Palestinians dead for one dead Israeli. Back in 2006, it was 10 Lebanese dead for one Israeli dead. This weekend was the most inflationary exchange rate in a single day since – the 1973 Middle East War? The 1967 Six Day War? The 1956 Suez War? The 1948 Independence/Nakba War? It’s obscene, a gruesome game – which Ehud Barak, the Israeli Defence Minister, unconsciously admitted when he spoke this weekend to Fox TV. “Our intention is to totally change the rules of the game,” Barak said.
Exactly. Only the “rules” of the game don’t change. This is a further slippage on the Arab-Israeli exchanges, a percentage slide more awesome than Wall Street’s crashing shares, though of not much interest in the US which – let us remember – made the F-18s and the Hellfire missiles which the Bush administration pleads with Israel to use sparingly.
Quite a lot of the dead this weekend appear to have been Hamas members, but what is it supposed to solve? Is Hamas going to say: “Wow, this blitz is awesome – we’d better recognise the state of Israel, fall in line with the Palestinian Authority, lay down our weapons and pray we are taken prisoner and locked up indefinitely and support a new American ‘peace process’ in the Middle East!” Is that what the Israelis and the Americans and Gordon Brown think Hamas is going to do?
Yes, let’s remember Hamas’s cynicism, the cynicism of all armed Islamist groups. Their need for Muslim martyrs is as crucial to them as Israel’s need to create them. The lesson Israel thinks it is teaching – come to heel or we will crush you – is not the lesson Hamas is learning. Hamas needs violence to emphasise the oppression of the Palestinians – and relies on Israel to provide it. A few rockets into Israel and Israel obliges.
Not a whimper from Tony Blair, the peace envoy to the Middle East who’s never been to Gaza in his current incarnation. Not a bloody word.
We hear the usual Israeli line. General Yaakov Amidror, the former head of the Israeli army’s “research and assessment division” announced that “no country in the world would allow its citizens to be made the target of rocket attacks without taking vigorous steps to defend them”. Quite so. But when the IRA were firing mortars over the border into Northern Ireland, when their guerrillas were crossing from the Republic to attack police stations and Protestants, did Britain unleash the RAF on the Irish Republic? Did the RAF bomb churches and tankers and police stations and zap 300 civilians to teach the Irish a lesson? No, it did not. Because the world would have seen it as criminal behaviour. We didn’t want to lower ourselves to the IRA’s level.
Yes, Israel deserves security. But these bloodbaths will not bring it. Not since 1948 have air raids protected Israel. Israel has bombed Lebanon thousands of times since 1975 and not one has eliminated “terrorism”. So what was the reaction last night? The Israelis threaten ground attacks. Hamas waits for another battle. Our Western politicians crouch in their funk holes. And somewhere to the east – in a cave? a basement? on a mountainside? – a well-known man in a turban smiles.
A Rua
Fevereiro 28, 2008

O esforço de todos os poderes estabelecidos, desde as experiências da Revolução Francesa, de ampliar os meios de manter a ordem na rua culmina afinal com a supressão da rua.
A Sociedade do Espetáculo
Guy Debord
Lula e FHC
Janeiro 22, 2008
Lula e FHC
Por Henrique Júdice Magalhães
Lula nada fez em benefício dos trabalhadores. FHC fez tudo que pode contra eles.
Lula não fez a reforma agrária. FHC reprimiu os que lutavam por ela.
Lula mantém uma política econômica que aumenta o desemprego, comprime a renda do trabalho e engorda rentistas e exportadores de produtos primários. FHC foi o mentor desta política.
Lula é omisso na defesa dos interesses do país e do povo. FHC nunca faltou à defesa dos interesses do imperialismo e da classe dominante.
Lula *aparelhou órgãos do Estado. FHC destruiu-os.
Lula tem medo da grande imprensa. FHC é praticamente uma criação dela.
Lula demitiu Carlos Lessa. FHC nomeou o gângster Mendonça de Barros presidente do BNDES.
Lula tem para os extratos miseráveis uma política que consiste em dar-lhes esmolas humilhantes. FHC preferia matá-los de fome.
Lula enviou tropas ao Haiti. FHC queria entregar Alcântara aos americanos.
Lula frustrou as expectativas das massas que o elegeram. FHC atendeu todas as da elite que o cevou.
Lula é um péssimo presidente, patético na perspectiva do cotidiano e trágico na da história. FHC não foi presidente; foi um governador-geral, um sátrapa, um procônsul do sistema imperialista da Trilateral.
Lula representa para a esquerda o fundo do poço. FHC representa para a direita sua época de ouro.
Lula é um idiota. FHC, um gênio do mal.
FHC escreveu a página mais negra de nossa história. Lula é incapaz de virá-la.
*Observação posterior do autor: A palavra “aparelhou” foi usada, ali, num contexto diferente daquele que qualquer um entenderia hoje diante do que a mídia fez principalmente de 2005 para cá. O que eu tinha em mente ao escrever isso não era o trato do governo com as instituições do Estado no sentido de usá-las em prol do partido (coisa que de fato não ocorre a meu ver e é pura paranóia da direita), mas sim algo mais rasteiro, a criação de alguns cabides de emprego para cooptação de militantes do PT pelas estruturas do Estado através de cargos em comissão e benesses diversas.
Apesar de discordar em dois ou três pontos, concordo enfaticamente com relação à essência do texto.
A Tragédia Africana por James Nachtwey
Julho 28, 2007
Nascido no ano de 1948 em Syracuse, Nova York, James Nachtwey é certamente um dos fotojornalistas mais influentes das últimas décadas.
Neste trabalho, intitulado Famines, Nachtwey nos mostra pela sua lente o que aconteceu e continua a acontecer na África, o mais catastrófico dos continentes.
Adianto de antemão que as imagens são absolutamente chocantes e o impacto causado por elas em mim ainda não consigo mensurar. Isto talves ocorra pela pior das causas: tudo isto é real e está acontecendo agora, no exato momento em que escrevo este texto. E o que farei a respeito? O sentimento de impotência que me assola é perturbardor.

Sudão, 1993. Faminto em um centro de alimentação.

Somália, 1992. Criança morta pela fome. Homem com uma arma de exterminação de massa.

Sudão, 1993. Faminto a receber água em um centro de alimentação.

Somália, 1992. Criança morta pela fome sendo encobrida antes do enterro.

Somália, 1992. Mãe carregando o filho morto pela fome para seu enterro.
Eu tenho sido uma testemunha e estas imagens são meu testemunho. Os eventos que fotografei não devem ser esquecidos e não devem se repetir.
James Nachtwey
FONTE: http://www.jamesnachtwey.com/
P.S.: Todas as descrições são traduções livres feitas por mim.
